Blog de engenharia
Artigos aplicados sobre dimensionamento hidráulico e elétrico: os erros que chegam ao campo, o que a norma realmente exige e números resolvidos que você pode conferir.
- Hidráulica
Perda de carga em tubulação: como calcular com Darcy-Weisbach e Colebrook, passo a passo
A perda de carga em tubulação se calcula com Darcy-Weisbach, h_f = f·(L/D)·(v²/2g), com o fator de atrito f de Colebrook. Este artigo faz a conta inteira num caso de 4" Sch 40 com água a 40 °C — e mostra onde ela erra quando se pula um passo.
- Hidráulica
Golpe de aríete na parada de bomba — o cenário que dimensiona a PN da sua adutora
A válvula você fecha no tempo que quiser. A queda de energia não negocia — e é ela que define a pressão máxima que a adutora vai ver na vida. Este artigo mostra por que, com os números de um caso de 1.200 m.
- Hidráulica
Bombas em paralelo: por que duas bombas iguais não dobram a vazão (ponto de operação com exemplo resolvido)
Duas bombas iguais em paralelo somam as vazões apenas na mesma altura — e o sistema não fica na mesma altura. No caso resolvido abaixo, a segunda bomba acrescenta 36,8% de vazão, não 100%, e a terceira só mais 9,4%.
- Elétrica
Corrente de pico de curto-circuito pela IEC 60909 — a fórmula de kappa κ = 1,02 + 0,98·e^(−3R/X), explicada e calculada
A corrente de pico de curto-circuito é ip = κ·√2·Ik″, e κ depende só da relação R/X da impedância equivalente: κ = 1,02 + 0,98·e^(−3R/X). Num quadro de 440 V alimentado por trafo de 1000 kVA, isso dá κ = 1,619 e ip = 52,6 kA — o número que a capacidade de estabelecimento do disjuntor e a crista suportável do barramento precisam cobrir.